O Diálogo Segundo Sócrates
Nas palavras atribuídas a Sócrates por Platão na obra Apologia de Sócrates, o filósofo ateniense considerava sua missão "andar por aí (ruas, praças e ginásios, as escolas atenienses de atletismo), persuadindo novos e velhos a não se preocuparem tanto, nem em primeiro lugar, como o corpo ou com a fortuna, mas antes com a perfeição da alma". Defensor do diálogo como método de educação, Sócrates considerava muito importante o contato direto com os interlocutores - o que é uma das possíveis razões para o fato de não ter deixado nenhum texto escrito. Suas ideias foram recolhidas principalmente por Platão, que as sistematizou. O diálogo socrático tinha dois momentos, o primeiro momento, o filosofo partindo da premissa de que nada sabia, levava o interlocutor a apresentar suas opiniões, em seguida, fazia-o perceber as próprias contradições ou ignorância para que procedesse a uma depuração intelectual, e no momento de reconstrução do conceito, o próprio interlocutor ia polindo as noções até chegar ao conceito verdadeiro por aproximações sucessivas.
(Fonte: Revista Nova Escola. jan/fev-2005 p. 36)
Nas palavras atribuídas a Sócrates por Platão na obra Apologia de Sócrates, o filósofo ateniense considerava sua missão "andar por aí (ruas, praças e ginásios, as escolas atenienses de atletismo), persuadindo novos e velhos a não se preocuparem tanto, nem em primeiro lugar, como o corpo ou com a fortuna, mas antes com a perfeição da alma". Defensor do diálogo como método de educação, Sócrates considerava muito importante o contato direto com os interlocutores - o que é uma das possíveis razões para o fato de não ter deixado nenhum texto escrito. Suas ideias foram recolhidas principalmente por Platão, que as sistematizou. O diálogo socrático tinha dois momentos, o primeiro momento, o filosofo partindo da premissa de que nada sabia, levava o interlocutor a apresentar suas opiniões, em seguida, fazia-o perceber as próprias contradições ou ignorância para que procedesse a uma depuração intelectual, e no momento de reconstrução do conceito, o próprio interlocutor ia polindo as noções até chegar ao conceito verdadeiro por aproximações sucessivas.(Fonte: Revista Nova Escola. jan/fev-2005 p. 36)
Aí Renata, mandou bem nessa questão socrática, pois ele (Sócrates),além de implantar a qustão filosófica do "CONHECE-TE A TI MESMO", dialogando com seu interlocutor costumava dizer: "Tudo que sei, consiste em saber que nada sei!" E era exatamente nesse ponto que muitos de seus ouvintes, conforme explícito no texto, passavam a buscar mais conhecimentos. Pois, se um "cara" que muito sabia, insistia e persistia em dizer que nada sabia, então imagina a situação de quem, de fato, nada sabia?
ResponderExcluirE assim somos sós, quanto maior o nosso grau intelectual e capacidade cognitiva, maior será a nossa sensibilidade e poder de percepção e observar, sempre, que o que sabemos não basta.
"Quem diz que sabe muito, na verdade nem ele sabe que não sabe, que não sabe de nada!!!"
Fica com Deus.
Beijos e aquele abraço.
By: Paulo Eduardo.